A ConfeBio está sendo preparada com os temas mais atuais, e, na grande área da #Biotecnologia e #Produção, o que você está vendo nos jornais, é a nossa motivação. Os #Biólogos e #Biólogas são peça chave na cadeia produtiva nacional, prestando serviços para o controle de qualidade em alimentos para o consumidor interno e externo, inclusive na identificação do Sars-CoV-2. 

A palestra que vai tratar do assunto será ministrada pelo Biólogo Rafael Rodrigues de Oliveira, Coordenador do Programa de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (PDI) da Neoprospecta, além de ser o Responsável Técnico dos ensaios moleculares.

A palestra será no dia 02/09 às 19h.

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A ConfeBio não exigirá inscrições e será transmitida gratuitamente pelo YouTube, para que todos possam conhecer mais sobre a atuação dos Biólogos e Biólogas que estão Fazendo História em 2020!

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Quais lições para o futuro os Biólogos e Biólogas poderão tirar a partir da pandemia de COVID-19?

Na ConfeBio, o Biólogo Daniel Gibaldi, Pesquisador Titular em Saúde Pública na Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), abordará esse tema sob a perspectiva dos Biólogos como protagonistas, levando em consideração tanto a necessidade do isolamento social e seu impacto na saúde humana, quanto a identificação dos fatores que levaram a essa zoonose e à sua disseminação pelo planeta.

A palestra será aberta a todos e transmitida gratuitamente, pelo YouTube, no dia 01/09, às 20h15. 

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Na grande área do Meio Ambiente e da Biodiversidade, a ConfeBio vai abordar questões urgentes e essenciais como a problemática das queimadas em áreas de vegetação nativa, que têm ocorrido durante a pandemia, e o papel dos Biólogos e Biólogas nesse enfrentamento.

O tema vai ser trabalhado pela Bióloga Paula Isla Martins,  analista de conservação do WWF-Brasil, facilitadora trinacional do Observatório Pantanal e mestre em Biologia Vegetal pela Universidade Federal de Mato Grosso do Sul.

A palestra será no dia 01/09 às 19h.

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A ConfeBio não exigirá inscrições e será transmitida gratuitamente pelo YouTube, para que todos possam conhecer mais sobre a atuação dos Biólogos e Biólogas que estão Fazendo História em 2020!

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“Vejo a minha trajetória como um exemplo prático da forma com que os Biólogos atuam como pesquisadores, desenvolvendo e aplicando tecnologias para esses estudos. 

Mesmo antes da pandemia, minha rotina profissional já era muito intensa. Como Professora Associada da Universidade Federal do Amazonas e Diretora de Pós-graduação/Propesp/UFAM, desenvolvia várias atividades dentro da Pró-reitoria, como orientadora de alunos de iniciação científica, mestrado e doutorado no laboratório da Fundação Hemoam. 
Com o isolamento social, o perfil do trabalho mudou completamente. Praticamente extinguiram-se as ações presenciais. Também passei a dedicar uma boa parcela do meu tempo à pesquisa com o coronavírus em pacientes convalescentes e graves da COVID-19. Dentre os projetos que executamos, destacamos os estudos dos vírus (polimorfismos, produção de proteínas, testes de PCR e outros) e dentro da imunologia: dosagem de diferentes mediadores inflamatórios e mecanismos imunológicos. 
Atualmente trabalho com resposta imune das doenças tropicais e infecciosas e resposta imune contra hepatite C. Também estou coordenando o projeto: Estudo de Biomarcadores Imunológicos em pacientes Convalescentes da infecção pelo Vírus SARS-CoV-2 (COVID-19); e colaborando com o projeto Estratégia do Hemocentro do Amazonas para enfrentamento da pandemia de COVID-19: Avaliação da viabilidade da produção de Plasma Convalescente com finalidade terapêutica para pacientes infectados com COVID-19.
Acredito que muito se espera no mundo pós-pandemia: Mais desenvolvimento científico e tecnológico; Mais reconhecimento, por parte das autoridades brasileiras, da necessidade de maiores investimentos em ciência; A pandemia nos fez ver a importância do desenvolvimento de uma ciência de qualidade com tecnologias eficazes que proporcionem uma resposta rápida às necessidades do ser humano”. 

Relato da Bióloga Profa. Dra. Adriana Malheiro (CRBio 052124/06-D), Mestre e Doutora em Imunologia Básica e Aplicada (FMRP-USP), Profa. Associada da Universidade Federal do Amazonas Instituto de Ciências Biológicas – ICB, Pesquisadora do Instituto de Hematologia e Hemoterapia do Amazonas.

“Sempre trabalhei com análise de dados em Ecologia e Biologia Evolutiva. Com a chegada da pandemia, comecei a participar de um grupo interdisciplinar da UFG montado para auxiliar a gestão pública e a tomada de decisão a partir de modelos computacionais para tentar entender a expansão da COVID-19 no estado de Goiás, sob diferentes cenários.

Essa é uma das possibilidades de atuação do Biólogo nesse contexto da pandemia, trabalhando junto aos epidemiologistas e outros profissionais da saúde. Isso faz todo sentido, já que, em vários aspectos, a epidemiologia é uma área aplicada da Ecologia, avaliando a interação parasita-hospedeiro no tempo e no espaço.

Estamos todos aprendendo muito e acho que consolidar e divulgar essas muitas possibilidades de atuação profissional vai ser muito importante para os Biólogos no mundo ‘pós-pandemia’”.


Relato do Biólogo José Alexandre Felizola Diniz Filho (CRBio 044180/04-D), graduado pela Universidade Federal de Sergipe, Mestre e Doutor em Zoologia pela UNESP Rio Claro. Desde 1994 é professor da Universidade Federal de Goiás (UFG).

“Sempre trabalhamos com análises genômicas. Na área clínica, atuamos com diversas tecnologias relacionadas aos exames necessários para o diagnóstico de doenças ou condições, principalmente o sequenciamento de genes, painéis de genes e exomas. Há dois anos, atuamos também em informes genéticos direto ao consumidor para prevenção de doenças, farmacogenética, nutrigenética, fitness, entre outras finalidades.
Com a chegada da COVID-19, iniciamos o diagnóstico da doença utilizando as recomendações da OMS, ANVISA e CDC. Nosso diagnóstico da COVID-19 utiliza o PCR em tempo real. Para engajamento no combate à doença, criamos uma equipe específica que já realizou mais de 10.000 diagnósticos da COVID-19. 
Além disso, já implantamos inovações ao diagnóstico do Sars-CoV-2, que permitem exames mais rápidos, eficientes e baratos. 
Atualmente, realizamos os testes diagnósticos em várias cidades, para Prefeituras, Associações, empresas pequenas e grandes e particulares. Nesse contexto, os Biólogos têm atuado na rotina dos exames, bem como na pesquisa e no desenvolvimento e nas vendas de insumos e equipamentos.
Acredito que a Pandemia da COVID-19 não terá impactos significativos sobre a nossa profissão, especificamente. Entretanto, este período de crise com o Sars-CoV-2 foi importante para consolidarmos a nossa fundamental importância na linha de frente. 
A formação acadêmica do Biólogo é bastante ampla e nos fornece as bases para atuação em várias áreas importantes do ecossistema na área da saúde”.
Relato do Biólogo Euclides Matheucci Jr. (CRBio 10.974/01), cofundador e Diretor Científico da empresa DNA Consult Genética e Biotecnologia Ltda.

“Diante da situação de pandemia, tivemos que nos reinventar e nos adequar para o enfrentamento dessa situação tão difícil para todos. Mas acredito que sairemos muito mais fortes disso tudo.

Antes da pandemia o trabalho estava em ascensão, com projetos de expansão no setor de análises clínicas. Com a pandemia, alguns programas foram interrompidos e tivemos que fazer ajustes emergenciais, principalmente nos setores de recursos humanos e finanças.

No início, foi tudo muito incerto, mas focamos no trabalho, colaboradores e clientes e seguimos em frente. Para fazer a diferença foi necessário enfrentar o desconhecido, priorizar as normas de biossegurança, reforçar orientações e cuidados e não amedrontar, uma vez que os pacientes precisavam de nós e não podíamos parar. Existem muitas comorbidades além da COVID-19, por isso fechar as portas nunca foi uma opção.

A partir desta vivência, acredito que a população levará mais a sério as medidas básicas de higiene, que os profissionais de saúde darão mais valor à importância da biossegurança em nossa rotina, que as entidades que realizam a vigilância sanitária e epidemiológica serão também levadas mais a sério e terão um comportamento mais comprometido com a saúde da população.

O Biólogo tem que aproveitar esse momento para expor sua importância e conhecimento em todas as áreas que pode atuar, demonstrando como o conhecimento científico é fundamental para a evolução e sobrevivência da sociedade como um todo”.


Relato do Biólogo Marcio Amancio Calil (CRBio 32.984/02-D), pós-graduado em análises clínicas pela Escola de Medicina Santa Casa da Misericórdia (Emescam), em Vitória; sócio da empresa de análises clínicas Laborclinica Thonson sediada em Aracruz, no Espírito Santo, com várias unidades de coletas pelo estado, sendo o responsável técnico em uma dessas unidades, localizada na cidade de Serra.


Meu trabalho antes da pandemia envolvia o contato direto com o público, atendendo escolas, aplicando atividades no centro de educação ambiental e executando técnicas para garantir o bem-estar animal. Além da conscientização junto aos visitantes, minha rotina envolve a documentação dos animais do plantel.

Quando começou a quarentena, eu estava de férias. No retorno, o zoológico estava fechado para a visitação. O trabalho de educação ambiental, que era de contato direto com o público, passou a ser virtual. Nossa interação começou a ser realizada por meio da produção de vídeos para as redes sociais. Depois, o parque foi reaberto com uma série de protocolos de segurança. Com a necessidade de buscar inovações, nasceu um projeto que será executado com o objetivo de maior segurança para visitantes e equipe. Uma visita autoguiada totalmente por meio de áudios e vídeos.

Na minha área, atuamos na conservação da biodiversidade. No zoológico temos a oportunidade de aproximar as pessoas com os animais e plantas, levando a compreender que tudo ao nosso redor é o meio ambiente. Relatamos como as ações antrópicas interferem na proteção da fauna, mas, também a contribuição dos zoológicos em programas de reprodução e reintrodução de espécies ameaçadas.

As minhas expectativas é que as pessoas passem a valorizar e respeitar mais o meio ambiente e contato com a natureza. Espero impactos positivos, como maiores oportunidades de vagas, aumento de bolsas no incentivo à pesquisa científica”.

Relato da Bióloga Tatiane Takahashi Nunes (CRBio 050258/03-D), responsável técnica do GramadoZoo.


 

CELESC e EXÉRCITO

AÇÃO DO CRBIO-03 e dos BIÓLOGOS alteram editais

 

 

PREGÃO ELETRÔNICO - CELESC

 

O CRBio-03 solicitou a mudança do EDITAL DE PREGÃO ELETRÔNICO Nº 20/00425 da Celesc Distribuição S.A. no dia 31 de julho (sexta-feira), e já no dia 03 de agosto (segunda-feira), foi informado que apesar da ação do CRBio-03 para sua impugnação, biólogos também o teriam feito antes, tendo já sido o edital retificado para inclusão dos biólogos. A publicação da retificação ocorreu no mesmo dia em que foi oficiado.

 

EDITAL DE PREGÃO ELETRÔNICO Nº 20/00425

Objeto: contratação de empresa para realizar os serviços necessários para subsidiar a obtenção das Autorizações para Supressão de Vegetação - AuC, junto aos órgãos ambientais competentes, bem como supervisão da execução da supressão e elaboração de respectivo relatório, de acordo com as especificações técnicas, constantes do Termo de Referência (Anexo I)

 

Para concorrer: http://fornecedores.celesc.com.br/lista-licitacoes-a-vencer

 

 

CONCURSO PÚBLICO do EXÉRCITO

 

O CRBio-03 solicitou a mudança (inclusão do Biólogo) nos cargos de Analista Ambiental na Seleção para contratação de Pessoal Civil por Tempo Determinado, em seu Edital nº 001/2020-DEC/PCTD, de 09 de julho de 2020, no dia 31 de julho (sexta-feira), e já no dia 03 de agosto (segunda-feira), fomos informados da retificação para a inclusão do Biólogo nas funções 8 e 9 do edital. Para conferir a retificação: http://www.dec.eb.mil.br/images/pctd_2020/7__Retificao_nr_002_Edital_0012020_Pg_DEC.pdf

 

 Para concorrer: http://www.dec.eb.mil.br/index.php/en/pctd-pessoal-civil-contratado-por-tempo-determinado

 

ATENÇÃO

 

Como Biólogos do Rio Grande do Sul e Santa Catarina devem proceder em situações que cerceiam a atuação do profissional?

 

Quando a retificação é possível, aliada ao tempo de ação, legitimidade e legalidade, o CRBio-03 tem atuado para mudanças de editais que possam incluir Biólogos em seus editais. Para a ação ocorrer de maneira eficaz e quando os biólogos desejarem enviar a questão ao CRBio-03, o ideal é que os Biólogos enviem o maior número de dados possíveis ao Conselho e com o máximo de antecedência possível, como os links, editais e até histórico das instituições se tiverem acesso.

É pouco provável que editais sofram modificações quando seus prazos de inscrição já tenham terminado, mesmo que o CRBio-03 entre com ações judiciais, assim como ações judiciais não são o caminho certo em todos os casos, pois dependendo do cargo e instituição, não há possibilidade de ganho judicial. O CRBio-03 tem que avaliar caso a caso para indicar o melhor “remédio” administrativo, jurídico ou institucional político para tentar o resultado desejado.

Em alguns casos, ações podem ter o efeito contrário do resultado desejado, e por isso, elas são avaliadas pelas equipes de fiscalização, comissões técnicas, diretoria e assessorias jurídica e institucional.

É importante esclarecer que os biólogos também podem fazer solicitações, impugnações e outros de maneira individual e tem poder para mudanças, como no exemplo do pregão eletrônico, mas os profissionais podem contar com o apoio do CRBio-03 e não devem pensar duas vezes antes de nos contatarem.

 

Para o apoio do CRBio-03 em concursos, editais, licitações, pregões e outros:

 

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ou

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O CRBio-03 informa que Conselho Federal de Biologia (CFBio) republicou na data de hoje a Resolução nº 561, de 24 de julho de 2020, estabelecendo que a data limite para o pagamento das anuidade de pessoas físicas (PF) e pessoa jurídica (PJ) estão prorrogadas até a data de 30 de setembro de 2020.

06/08/2020

Fonte: https://www.in.gov.br/en/web/dou/-/resolucao-n-561-de-24-de-julho-de-2020-*-270712105

03/08/2020

Fonte: https://www.in.gov.br/web/dou/-/resolucao-n-561-de-24-de-julho-de-2020-269967585

"Testar, testar e testar". Foi assim que o Biólogo Tedros Adhanom, diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), enfatizou a importância da ampla realização de testes para diagnóstico da COVID-19, numa coletiva de imprensa realizada em abril. Naquela ocasião, Tedros ressaltou que não se pode combater um vírus se não souber onde ele está. A testagem em massa é fundamental para que os gestores públicos possam identificar onde há ocorrência do vírus e adotar as medidas necessárias para contenção da pandemia.

O Biólogo Robson Michael Delai (CRBio 50.652/07-D), que atua no Centro de Medicina Tropical, unidade de Biologia Molecular da Fundação de Saúde Itaiguapy, e é conselheiro suplente do Conselho Regional de Biologia da 7ª Região - CRBio-07, destaca quais são os testes utilizados no diagnóstico, o tempo que se leva até o resultado e a precisão.

Como ocorre com outros vírus respiratórios, o teste molecular de PCR em tempo real (RT-PCR - transcrição reversa seguida de reação em cadeia da polimerase) é considerado a "metodologia ouro" também para o SARS-COV2, causador da doença COVID-19. É uma metodologia já utilizada há algum tempo por laboratórios que trabalham com vigilância epidemiológica, como o caso de alguns LACENs (laboratórios centrais) e outros laboratórios públicos e privados que monitoram vírus respiratórios.

Existe um programa de vigilância mundial da gripe, composto por centros colaboradores da OMS e mais de 140 laboratórios cadastrados em diversos países. No Brasil são Adolfo Lutz (SP), Evandro Chagas (PA) e Fundação Osvaldo Cruz - FIOCRUZ (RJ).

O teste de PCR detecta a presença do material genético do vírus em uma amostra de material coletado em um paciente suspeito ou com sintomas de síndromes respiratórias. A partir dessa informação outras são geradas, inclusive para produzir vacinas (como as da gripe e H1N1), permitindo atualizar a informação de modificações (mutações) que os vírus sofrem durante os diferentes anos, e tornando-as mais eficazes no combate e imunização a essas patologias.

Para a COVID-19/SARS-COV2 não foi diferente. Protocolos de PCR em tempo real foram criados para identificar a presença do novo vírus em material coletado de região nasal e orofaríngea, sendo possível utilizar aspirado traqueal de pacientes internados e intubados.

O tempo ideal de coleta para PCR é até o sétimo dia de sintomas, tendo o pico entre o terceiro e o quinto dia, e a especificidade do exame é de 100%. O resultado positivo desse exame indica que o vírus está ativo ou então a pessoa teve contato recente com ele. Os resultados variam de laboratório para laboratório. Alguns liberam em até 24 horas para pacientes internados e até cinco dias úteis para pacientes ambulatoriais. "Aqui no Hospital Ministro Costa Cavalcanti estamos trabalhando com até seis horas para entregar o resultado para pacientes ambulatoriais e três horas e meia para pacientes internados. Os resultados também servem como teste para saber onde ou em que ala específica o paciente vai ser internado, evitando assim contato entre pacientes positivos e não positivos”, afirma Robson.

 

Outros testes utilizados no diagnóstico

Os testes sorológicos identificam a presença dos anticorpos Imunoglobulina G (IgG) e Imunoglobulina M (IgM) no material coletado - soro ou sangue - e apresentam algumas variantes.

O teste de quimiluminescência possui sensibilidade de 98%. Identifica a presença do anticorpo após quinze dias dos sintomas. Os resultados saem em até dois dias úteis.

O ELISA (do inglês Enzyme-Linked Immunosorbent Assay, ou ensaio de imunoabsorção enzimática) tem sensibilidade de 96%. Identifica a presença do anticorpo após dez dias dos sintomas. Os resultados são obtidos em até dois dias úteis.

Já os testes rápidos têm sensibilidade discutível (55%, 76%, 92%). Dependem da marca, do período de fabricação e outros fatores. Identificam a presença do anticorpo após quinze dias dos sintomas. Os resultados são divulgados em até dois dias úteis, mas geralmente são liberados em três horas para pacientes internados e 24 horas para ambulatoriais, dependendo do laboratório ou instituição que realiza o teste.

 

Nos testes, o IgM positivo indica que o paciente teve contato recente com o vírus ou que a doença está ativa, ou seja, o indivíduo ainda pode estar doente. Já o IgG positivo sugere que houve contato prévio com o vírus ou infecção passada (não se sabe se o indivíduo está imune).

"Para todos os testes é muito importante seguir a orientação médica. Após a avaliação o paciente saberá qual exame deve ser feito, evitando gastos desnecessários e possibilitando um diagnóstico mais preciso", salienta o Biólogo.